Abaixo-assinado reafirma<br>prontidão para novas lutas
A Plataforma Sindical dos Professores entregou segunda-feira, no Ministério da Educação, um abaixo-assinado com 70 mil assinaturas, recolhidas em pouco mais de uma semana, a reiterar duas exigências fundamentais da luta dos docentes:
- a suspensão do burocrático modelo de avaliação imposto pelo ME
- e a revisão do Estatuto da Carreira Docente, de modo a substituir o modelo de avaliação, abolir as quotas na avaliação e eliminar a divisão da carreira nas categorias de «professor» e «professor titular».
Aos jornalistas, o porta-voz da Plataforma notou que, «há dias para receber um abaixo-assinado com 1500 assinaturas e entregue por 13 professores, a senhora ministra esteve disponível, mas hoje delegou no secretário de Estado». Quanto ao abaixo-assinado, Mário Nogueira salientou que ele «traduz o sentimento dos professores, que é claramente pela suspensão da avaliação», e evidencia que «há uma determinação muito grande, porque sabem que este modelo é apenas um instrumento de gestão, colocado ao serviço do controlo da progressão na carreira e não ao serviço da melhoria do seu desempenho profissional».
Em Janeiro, a luta dos docentes vai prosseguir, com a «jornada nacional de reflexão e luta», no dia 13, e com a greve nacional, a 19.
- a suspensão do burocrático modelo de avaliação imposto pelo ME
- e a revisão do Estatuto da Carreira Docente, de modo a substituir o modelo de avaliação, abolir as quotas na avaliação e eliminar a divisão da carreira nas categorias de «professor» e «professor titular».
Aos jornalistas, o porta-voz da Plataforma notou que, «há dias para receber um abaixo-assinado com 1500 assinaturas e entregue por 13 professores, a senhora ministra esteve disponível, mas hoje delegou no secretário de Estado». Quanto ao abaixo-assinado, Mário Nogueira salientou que ele «traduz o sentimento dos professores, que é claramente pela suspensão da avaliação», e evidencia que «há uma determinação muito grande, porque sabem que este modelo é apenas um instrumento de gestão, colocado ao serviço do controlo da progressão na carreira e não ao serviço da melhoria do seu desempenho profissional».
Em Janeiro, a luta dos docentes vai prosseguir, com a «jornada nacional de reflexão e luta», no dia 13, e com a greve nacional, a 19.